02 dez 2022
COTRIGUAÇU

Feira da Aprofeco é reinaugurada após 2 meses de reforma com investimento de R$200 mil

Autor: Assessoria de Comunicação

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A feira no barracão da Associação dos Produtores e Feirantes de Cotriguaçu (Aprofeco) é realizada todas as quartas e sábados, das 15h às 18h. É ali que parte da população do município do norte de Mato Grosso reabastece a geladeira e a despensa.

Farinhas, doces, verduras, legumes, frutas, queijos, salgados e diversas outras opções são disponibilizadas em barracas ocupadas por agricultores familiares e feirantes da região.

No final de novembro deste ano, o barracão da Aprofeco foi reinaugurado após passar por uma reforma financiada com auxílio do Instituto Centro de Vida (ICV). Conforme explicou o técnico do Programa de Negócios Sociais, Jessé Carvalho, a obra durou 2 meses e teve custo aproximado de R$200 mil.

“A gente trabalhou as prioridades da reforma. O grupo priorizou a adequação das bancas, dando maior visibilidade para os clientes e também para os próprios feirantes, a pintura, a tela para minimizar a entrada de passarinhos, e também a questão do piso, tanto da parte interna, quanto da calçada.”

O presidente da associação, Protásio Borchet, disse que a feira do município foi criada há mais de 25 anos e continuou de forma improvisada. Passou por outros diversos barracões até chegar no que está instalada hoje. Por conta do tempo, o local foi se deteriorando.

“Foi ficando desgastado, era pra ter sido feita uma reforma, mas não tínhamos condições, se dependesse só dos feirantes era um pouco difícil, né, então foi indo, foi passando o tempo até que um dia apareceu o ICV. Agora, com a mudança, com certeza vai animar o pessoal, vai incentivar e vai aumentar o movimento.”

A agricultora familiar Helena de Jesus Moreira, fundadora da associação, contou que antes as paredes atrapalhavam as vendas e formavam calor. Ela se sentia sufocada durante todo o período de trabalho no barracão.

“A reforma na verdade veio da necessidade e da precariedade em que nós nos encontrávamos aqui. Graças a Deus deu tudo certo, para nós foi uma benção, porque estávamos em uma situação de precariedade muito grande”.

Cerca de R$180 mil dos recursos utilizados para a obra são provenientes do projeto Redes Socioprodutivas, financiado pelo Fundo Amazônia (BNDES). Outros R$20 mil foram conquistados pelos próprios agricultores por meio do projeto Amazônia Viva Alimenta (AVA), também do ICV, financiado pela União Europeia.

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